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YIDISH MAMME

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Tem um troço judeu mal resolvido na minha genealogia aí atrás que de vez em quando dá sinal de vida. principalmente depois que me tornei mãe, vi que sou muito parecida com a lendária Yidish Mamme - a mãe judia. Essa postagem começa com esta imagem, mas aos poucos irei colocando mais frases e outros links sobre mãe judia que acho muito legais! Essas aqui eu retirei do Jornal Alef (da comunidade judaica), edição do Dia das Mães.

SER MÃE

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Muitas mães se tornaram mães sem estar preparadas, outras se tornaram mães sem desejar sê-lo. Algumas foram pêgas de surpresa  com a notícia de que seriam mães, mas outras, como eu, sonharam e desejaram ardentemente ter filhos. Durante os nove meses de gravidez já conversavam com seus bebês, explicavam como seria a vida, contavam histórias, davam conselhos, acariciavam a barriga, brincavam com o pezinho que espichava lá dentro e lamentavam porque ainda não havia condições de beijá-los ...  o tamanho da barriga não dava ângulo... São corujas, enjoadas, exigentes, chatas, cansativas,  incompreendidas. Como eu repetem  frases que os filhos detestam: "filho meu não vai fazer vergonha na sociedade, filho meu vai ser um homem de bem, homem direito, vai amar seus filhos, não vai tratar sua esposa e sua família como certas pessoas..." e por aí vai. Há aquelas que abandonaram seus filhos... essas não compreenderam a dádiva divina que lhes era concedid...

SOBRE FAMÍLIA

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Eu tenho um amigo, não tão próximo, mas muito estimado, muito doido,que se "chama" Joe Black. Joe escreve bastante, mas tem alguns textos que ele escreve, de vez em quando, que eu considero verdadeiras pérolas. Ele acabou de escrever um no blog intitulado:  Família: fadada ou sagrada? Veja como ele começa o texto: "Ao iniciar um casamento, o homem deve se colocar na seguinte pergunta: você acredita que gostará de conversar com esta mulher até na velhice? Tudo no casamento é transitório, mas a maior parte é dedicada à conversa" (Nietzsche) Gostei tanto do texto dele, que vou usá-lo num artigo que estou escrevendo para a revista Homem Batista, na seção de relações de gênero. Valeu Joe! Fica aqui o link pra você ler o texto inteiro: http://www.joevancaitano.blogspot.com/

MEU HAIKAI

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Coração rasgado, lágrima derramada corpo entorpecido num peito oprimido A dor da flor quando murcha e cai, e nas águas, se vai.

VELHARIA

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Uns dois meses atrás me aconteceu uma tragédia. Deletei, sem querer, uma pasta contendo mais de 60 poemas que escrevi entre os anos de 2005 e 2006. Uma perda irreparável. É provável que eu tenha grande parte destes poemas escritos aqui, nas minhas inúmeras agendas. Senti saudade destes poemas hoje, ao fim de uma semana extenuante. Então me dei ao trabalho de folhear as agendas antigas, procurava por uma, específica, onde escrevi sobre "minha cidade"...  Mas enquanto procurava encontrei Cecilia, ali, submersa na letrorragia das minhas meditações bíblicas, entre versos compostos em inglês outros em português e sonhos, muitos sonhos transcritos. Como eu sonhei em 2004! Cecília me saltou das das páginas, e aqui deixo a beleza da singeleza, a verdade da vida impressa em palavras sábias, e de Trossero a delicadeza que o amor traz à vida do ser humano. É bom demais amar! O vento é o mesmo,  mas a resposta é diferente em cada folha; somente a árvore seca fica imóvel e...

Salmo 40

Esperei confiantemente no Senhor e Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro e me ouviu quando clamei por socorro E me pôs nos lábios uma nova canção um hino de louvor ao nosso Deus muitos verão essas coisas com temor e confiarão no Senhor! Tirou-me dum poço de lama e perdição Colocou-me os pés sobre a Rocha e me firmou os passos e me firmou os passos. E me pôs nos lábios uma nova canção Um hino de louvor ao nosso Deus muitos verão essas coisas com temor e confiarão no Senhor! Vencedores por Cristo - Louvor III - 1982.

"Chove lá fora e aqui faz tanto frio..."

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O Rio de Janeiro continua lindo... O Rio de Janeiro continua sendo... O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô Rio do Janeiro, aquele abraço! Todo povo brasileiro, aquele abraço! Alô torcida do Flamengo, aquele abraço! (Aquele abraço - Gilberto Gil) Ontem fui "assaltada" pela chuva na rua junto com meu amigo  paraense,  belenense de carne, alma e vísceras. Ser de Belem, para ele, é ser de outro país, não é uma naturalidade, é uma nacionalidade. E como bom professor que é, me dá verdadeiras aulas sobre o Brasil Colônia, quando o Grão Pará não era Brasil... Ele não sabe, mas eu adoro esse orgulho nativo dele. :-D Ele sempre estranhou o fato de que a chuva deixa o carioca mal humorado e deprimido. E deixa mesmo. Para quem convive com o "dilúvio nosso de cada dia", já que chove diariamente em Belém, a chuva traz cheiro de  "bem-vindo ao lar" e mata a saudade de casa. Bem, a cidade dele é plana  e desde os tempos do Marquês de Pombal ela tem estrutura para ...